Mostrando postagens com marcador Janta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Janta. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sob o sol de Roma

*Pequeno relato sobre a viagem à Europa feita em outubro de 2011 na companhia de Renata Marcelino, Daiane Nogueira e Lilian Lima.


Espera-se de Roma muita coisa, mas nada se compara ao que a cidade tem a oferecer. Em meio a vespas, que passavam aos montes e com toda velocidade, pudemos presenciar o que seria o engarrafamento italiano. Muito barulho, muitos mini- carros e muitos italianos batendo boca. Mas havia um grande diferencial: ao mesmo tempo que o burburinho do trânsito gritava que a cidade era apenas mais uma grande capital, os prédios, monumentos e casas contestavam qualquer rótulo e juntavam o novo com o antigo harmoniosamente. A emoção era quase incontida, o berço da história estava à nossa frente. Dividimos o táxi com duas indianas e já percebemos que a cidade também harmonizava diferentes culturas e etnias, que estavam ali a passeio ou procurando oportunidades. Já no hotel, nos aliviamos por chegar sã e salvas, pelo taxista não ter cobrado um preço exorbitante e pelo recepcionista ter boa pinta. Até que chegamos no quarto e vimos que nem tudo são brioches italianos. Desde o aeroporto pudemos perceber que os italianos são acima de tudo geniosos. Andavam em suas vespas com seus ternos impecáveis, óculos de sol e bolsas de couro nos ombros, como se a vida não exigisse esforço algum. Entretanto, apenas um apertãozinho no calo fazia o sangue ferver. E como. Mesmo no centro da cidade era possível perceber os gestos exagerados, as mãos que tentavam acompanhar o diálogo, a cara vermelha e a explosão de palavras que felizmente não entendíamos. 


 A emoção era quase incontida, o berço da história estava à nossa frente. 


A elegância corria solta. As mulheres, muito esguias, sempre bem arrumadas, usavam, ousavam um estilo único, o que era péssimo para minha dor no cotovelo. Elas abusavam de mini- saias, mini- shorts, lenços e posso afirmar que elas sim, sabem usar um birote. Curiosíssimas, fizemos nossa primeira refeição em um restaurante que não tinha mais de cinco mesas e se encontrava em um charmoso beco. À meia luz, as mesas eram enquadradas por um toldo branco e algumas flores e plantas que enfeitavam as paredes. A rua estava a poucos metros do escondido lugar e conseguíamos ver seu movimento. A pizza, sem dúvida, não era brasileira. A casca era fina, com molho de tomate e queijo por cima, acompanhada pelo vinho da casa. Mas o ponto alto foi a macarronada de um restaurante familiar enfrente a uma velha igreja, em uma das típicas praças da cidade. Mal chegamos e a "mama" que atendia os fregueses começou a discutir com a mesa ao lado, que lógico, era de turistas. Mesmo assustadas, resolvemos ficar e pedir os pratos, o que em toda viagem sempre gerou muito ansiedade em todas. Naquele restaurante todos falavam italiano, somente italiano. Ao ver nossas caras vacilantes a "mama" não teve dúvidas. Escolheu nossos pratos, as bebidas e a sobremesa e saiu sem deixar tempo para choro nem vela. E que fantástica foi a refeição.
Em todos os restaurantes, esperava acinosamente a sobremesa. Os sorvetes, ou melhor, gelatos, eram irresistíveis no calor que enfrentamos em pleno outono europeu. De todas as cores e sabores, primeiro o comíamos com os olhos e depois com o estômago mesmo.

Sobremesa após visita ao Coliseu.


   
Isso foi um pouco de Roma.


Um abraço,

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Hasta la vista, baby!

O tempo voou e daqui a catorze dias quem voará serei eu! No início de outubro viajarei pela Europa junto com minha prima e duas amigas. Mochileiras de primeira viagem, discutimos muito sobre todos os detalhes, mas como todo bom brasileiro, deixamos para acertar as coisas duas semanas antes do tão esperado dia. Passaremos por Itália, França e Espanha, em uma maratona de quinze dias. A ansiedade é imensa, mas, "fat" como sou, me acalmo só de pensar nas delícias da culinária desses países! Sem dúvida postarei por aqui refeições que deixarão muita água na boca de quem fica, isso se minha indigestão de tanto comer macarrão permitir! O post é  homenagem a viagem e a todas as novas experiências que estão por vir.



TCHAU, MÃE!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Almoço de Domingo

Como minha avó morava em Agudos, no interior de São Paulo, dificilmente a mesa da sala de jantar ficava cheia. Somente em dias especiais, quando todos separavam alguns dias de folga, que ela criava vida. Mal passávamos pela porta que o cheiro do cupim invadia nossas narinas e deixava água na boca. Ao sentar na mesa a primeira coisa que saltava aos olhos eram as douradas batatas gratinadas, que eram disputadas à tapa, quer dizer, à garfo. Esse era o típico prato de domingo, cupim com batatas, uma combinação perfeita, que nos fazia esquecer do calorsão interiorano.


Essa receita está disponível na página "Da Vovó"!


Um abraço,